Sobre a Leishmaniose tegumentar americana podemos afirmar:
I – A identificação do parasita pela pesquisa direta torna-se raro após 1 ano, dependendo da evolução da úlcera.
II – A imunofluorescência indireta não é utilizada como critério isolado de diagnóstico.
III – Quanto mais tardia a lesão maior a dificuldade de encontrar o parasita no exame histopatológico.
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