Em atenção à Política Nacional de Humanização em uma unidade de pronto atendimento (UPA), foi adotado o protocolo de Manchester para a classificação de risco de usuários/pacientes que procuram o serviço para atendimento. O enfermeiro que atua no acolhimento dessa unidade, iniciou o plantão atendendo quatro pacientes (P) com as seguintes histórias e queixas:
P1: feminino, 26 anos, primigesta com idade gestacional = 32 semanas; acompanhada do marido, relatando mal estar geral, cefaleia e dor epigástrica; apresentando pressão arterial = 148 x 126 mmHg, pulso = 92 batimentos por minuto;
P2: masculino, 39 anos, inconsciente, transportado por amigos, vítima de ferimento por arma de fogo no tórax, apresentando pressão arterial = 60 x 40 mmHg, pulso = 128 batimentos por minuto;
P3: feminino, 68 anos, relatando dor nas articulações dos dedos das mãos, principalmente à direita, com piora há uma semana;
P4: masculino, 18 anos, transportado por amigos, relata ter “torcido o pé direito”, ao pisar em buraco enquanto jogava futebol. Apresentando edema discreto, sem hematoma ou equimose em tornozelo, suportando carga.
Considerando a situação apresentada, após realizar a classificação de risco, o enfermeiro deve atribuir a cada caso às seguintes cores: