Sobre o diagnóstico de Doença Mineral Óssea do Doente Renal Crônico, é correto afirmar que:
a biópsia óssea é o padrão-ouro, contudo, deve ser reservada para casos em que seu resultado possa impactar/modificar decisões terapêuticas, por ser dolorosa e custosa;
é possível diagnostica o tipo de DMO apenas através de exames laboratoriais, como por exemplo, na Osteíte Fibrosa os valores de PTH sempre elevados e na doença Adinâmica sempre reduzidos;
A densitometria óssea é um exame útil para definir grau de remodelação óssea e grau de mineralização
em pacientes em hemodiálise, tolera-se níveis de PTH até 5 vezes o limite superior de normalidade
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