"A própria atuação de cada historiador ligado aos Annales no exercício da sua prática e elaboração de estudos históricos específicos deixa entrever, com bastante intensidade, as nuances de cada um. Obras como Os Reis Taumaturgos (1924), de Marc Bloch, o Rabelais de Lucien Febvre (1942), O Mediterrâneo, de Fernando Braudel (1966), ou Sevilha e o Atlântico, de Pierre Chaunu (1959), tornam-se aqui páginas privilegiadas para a identificação de um novo e complexo padrão historiográfico que iria deixar seus traços definitivos na história da historiografia."
(BARROS, José D'Assunção. Escola dos Annales: considerações sobre a história do movimento. ln: Revista História em Reflexão, vol 4, n. 8, UFGD - Dourados, 2010)
Sobre o que hoje se chama movimento ou escola dos Annales, assinale a alternativa correta.