Na organização do texto, antes de afirmar que “A iluminação
artificial excessiva, principalmente na área rural, foi
associada a uma maior probabilidade de epidemias por
atrair vetores de doenças, como o barbeiro (doença de
Chagas), o mosquito-palha (leishmaniose) e o mosquito-prego
(malária)” (ℓ. 25-29), o autor explica a seguinte
característica da poluição luminosa: