Magna Concursos
3192685 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. São Miguel Oeste-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

A impressionante reconstrução facial de egípcio que viveu há 35 mil anos feita por brasileiros

Os restos do esqueleto de um homem, apelidado de NK2, foram descobertos em 1980 no Vale do Nilo. As análises antropológicas do corpo levaram especialistas a concluir que se tratava de um homem com idades entre 17 e 20 anos, medindo pouco menos de 165 cm e descendente de africanos. Algumas características e deformações de seus ossos mostraram que ele era um trabalhador da indústria de mineração.

Segundo o estudo, conduzido pelo desenhista forense Cícero Moraes em colaboração com o antropólogo Moacir Elias Santos, os restos mortais de NK2 demonstram que ele fez esforços físicos com levantamento constante de peso desde a infância. Santos é arqueólogo do Museu de Arqueologia Ciro Flamarion Cardoso, em Ponta Grossa. Moraes é designer.

Isso é consistente com o fato de que a região de Nazlet Khater era um local de mineração de rochas. E próximo ao corpo do NK2 foi encontrado um machado bifacial utilizado para esse tipo de trabalho.

Embora o esqueleto estivesse quase completo, o trabalho de Moraes e Santos enfrentou uma grande dificuldade: faltavam partes do crânio, algumas na região facial. Como a parte esquerda do rosto estava completa, eles fizeram um "espelho" para preencher a parte que faltava no lado direito. Aplicando esta e outras técnicas de reconstrução craniana, eles criaram um modelo para trabalhar com software usado neste tipo de recriações, "gerando dados mais robustos sobre o tamanho dos lábios e do nariz", explicam os especialistas.

Como não é possível saber seu tom de pele, como eram seus olhos e que tipo de cabelo tinha, já que não há amostras de DNA nesse tipo de caso, Moraes e Santos fizeram um modelo mais objetivo e científico, consistindo em um busto em tons de cinza. Assim, foi possível ter uma aproximação de como era a fisionomia facial do jovem mineiro NK2, cujos restos mortais foram preservados no Vale do Nilo por milhares de anos.

Para fins de divulgação, os especialistas também ofereceram uma abordagem mais artística, com características dos habitantes dessa região egípcia. No passado, outros especialistas em reconstrução ofereceram imagens de como poderiam ser os humanos encontrados em Nazlet Khater. Em todos os casos, trata-se de aproximações, pois não é possível recriar cem por cento uma pessoa apenas com a informação de sua aparência óssea.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz5pryp8km5o. Adaptado.

Como não é possível saber seu tom de pele, como eram seus olhos e que tipo de cabelo tinha, já que não há amostras de DNA nesse tipo de caso [...].

Em relação aos pronomes, é CORRETO afirmar que há:

 

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