“O respeito e a valorização da diversidade dos alunos exigem que a escola defina sua responsabilidade no estabelecimento de relações que possibilitem a criação de espaços inclusivos, bem como procure superar a produção, pela própria escola, de necessidades especiais [...] Dessa forma, não é o aluno que se amolda ou se adapta à escola, mas é ela que, consciente de sua função, coloca-se à disposição do aluno, tornando-se um espaço inclusivo [...]” (MEC/SEESP, 2001, p.28-29).
Esse fragmento se refere ao amplo movimento de inclusão que vem se desenvolvendo na educação escolar nas últimas décadas. Propor uma educação escolar inclusiva, nessa perspectiva, implica