No contexto da crise do capitalismo a partir dos anos de 1970, mais expressivo no Brasil dos anos de 1980 e 1990, autores aludem suas consequências econômicas, políticas e sociais, como o desemprego, o aumento das relações informais de trabalho e a ampliação da pobreza. Disso resultaria o surgimento de um fenômeno mundial, que, no âmbito da literatura hegemônica do Serviço Social brasileiro, aparece de forma crítica, ou seja, é uma categoria que não se aplica à realidade brasileira. Trata-se