Sacks (1989) narra que os ouvintes, não satisfeitos com o sistema educacional proposto para os surdos, reuniram-se em 1880, através de delegações de diversos países, para discutirem e elegerem dentre as filosofias educacionais propostas, aquelas que, na visão dos ouvintes, fosse a mais apropriada para os surdos. Sabe-se, no entanto, que a decisão ignorou completamente o apelo dos próprios surdos e era embasada numa perspectiva clínico-patológica que buscava normalizar o surdo. Isto é, para que ele fosse socialmente aceito, deveria ficar o mais parecido possível com os ouvintes. Tal evento ficou conhecido como o Congresso de Milão, tido como um marco negativo extremo na história dos surdos. A partir de então, houve proibição absoluta da utilização de qualquer método envolvendo as línguas de sinais, iniciando o período chamado de:
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