a escola era uma forma institucional que só pode se afirmar historicamente após uma longa luta "simbólica" contra a alienação imposta pela religião.
os símbolos culturais veiculados pela escola, municiam os alunos para as lutas contra a violência das classes dominantes
os conteúdos e valores, explícitos ou latentes, veiculados pela escola estão distanciados da vida dos alunos, impondo uma cultura (simbólica) alienada e, neste sentido, exerce uma espécie de violência
esta teoria é o resultado da crise do modelo escolar e afirma qual a violência na escola não pode ser resolvida apenas com medidas pedagógicas
a maior parte dos intelectuais foram vítimas da "violência simbólica" escolar e, no entanto, isto não tinha impedido sua formação intelectual, concluindo que a teoria era uma "criação do radicalismo pedagógico"
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