O nacionalismo político e o imperialismo protagonizados pelas potências mundiais, a partir de meados do século XIX:
no contexto da Guerra da Crimeia, experimentaram um momento de reversão de tendência, na qual a partilha do império turco otomano teve de ser sustada pela falta de consenso entre os beligerantes, para dar lugar a acordos dinásticos.
foram as causas da emigração em massa da Europa, pois a junção de ambas provocou uma competição internacional que ocasionou deflação internacional e subsequente crise econômica.
levaram a rivalidades político-militares e também à partilha da África, tendo como consequência o predomínio territorial britânico neste continente, e o agravamento das relações entre França e Alemanha pela disputa sobre o Marrocos.
na América Latina, serviram de inspiração a políticas econômicas e militaristas, como a limpeza racial promovida na Patagônia argentina pelo general Roca, além da ruptura de relações entre Brasil e Inglaterra por ocasião da Questão Christie.
estimularam o debate europeu sobre a responsabilidade do homem branco, o que resultou na Conferência de Bruxelas, encontro que sondou as possíveis áreas de influências das grandes nações na África, preâmbulo da partilha imperial que deixaria de fora apenas a Etiópia e a República do Transvaal.
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