Magna Concursos
1939360 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
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Docência como profissão

Profissão professor? Para a pesquisadora Rachel Lotan, esta é uma questão central para a educação contemporânea, como um verdadeiro to be or not to be. Comandando aquele que é considerado um dos principais cursos de formação de professores do mundo – ministrado pela Universidade Stanford, em Palo Alto, nos Estados Unidos -, Rachel acredita que, embora já atenda às características fundamentais de uma profissão, a docência ainda precisa avançar para deixar a condição de um ofício em desenvolvimento. Para ela, entre os desafios da profissionalização está a superação do debate ideológico sobre o accountability – ou seja, a prestação de contas dos resultados da atuação profissional – em benefício do foco total e absoluto na aprendizagem dos alunos.

São princípios como esse que orientam o Stanford Teacher Education Program (Step), um curso de excelência com caráter de demonstração – pois aceita apenas 90 alunos anualmente – que serve como inspiração para programas de formação de professores norte-americanos e de outros países.

O Step é um curso de pós-graduação, com duração de um ano, que aceita alunos graduados em outras áreas, como economia ou inglês, por exemplo. Entre os principais diferenciais do Step está o encontro entre teoria e prática: ao longo de todo o curso, os professores atuam como auxiliares em escolas da região. Diariamente, retroalimentam o curso trazendo para a sala de aula estudos de caso, à luz das teorias e do aconselhamento de professores mais experientes. Toda a supervisão da atuação dos alunos do STEP é realizada pelos próprios professores de Stanford e das escolas parceiras, que se reúnem semanalmente com os alunos e também acompanham a atuação dos estudantes por meio de aulas filmadas. O programa de Stanford recebe a visita de especialistas de diversos países, entre eles do Brasil, como da Fundação Lemann, que convidou Rachel, em parceria com a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), para duas conferências no Brasil, uma delas na própria Feusp. Em seguida, Rachel concedeu uma entrevista exclusiva à Educação.

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2013/01/29/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

No texto que introduz esta prova, aparece a palavra ‘retroalimentam’, a qual é formada pelo acréscimo do sufixo retro- ao verbo alimentar, sem o uso de hífen. Relativamente ao uso do hífen, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.

( ) Quando o primeiro elemento é acentuado (pós, pré, pró), usa-se hífen: pós-graduação, pré-datado, pré-escolar, pré-história, pré-natal, pró-africano, pré-sal.

( ) Não se usa hífen em compostos formados com não: organização não governamental, pacto de não proliferação de armas nucleares, não índios.

( ) Com as formas adjetivas afro, anglo, euro, franco, indo, luso, sino e assemelhadas, usa-se hífen quando o segundo elemento é outro adjetivo pátrio, e a palavra, dessa forma, envolve mais de uma nacionalidade, etnia ou região de origem. Exemplos: afro-brasileiro, anglo-saxão, ibero-americano, euro-africano, luso-brasileiro.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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