Um novo projeto de loteamento prevê a implantação de uma rua com dois quarteirões, cada um deles com 120,0m de comprimento, conforme a figura abaixo.

O primeiro quarteirão, em cotas mais altas que o segundo, será ocupado por lotes de 12m de frente, num total de 10 lotes de cada lado da rua. Nestes lotes serão construídas residências unifamiliares e estima-se que o perfil de moradores será composto por famílias com 5 membros cada. O segundo quarteirão será composto por lotes de 30m de frente, onde serão construídos prédios multifamiliares com 5 unidades por andar em 4 andares, num total de 4 prédios de cada lado da rua. O perfil familiar previsto para os apartamentos indica 4 membros por família. Esta rua será servida por rede de esgotos, em sistema separador, e a contribuição média para esta rede está estimada em 216 litros/habitante, por dia (equivalente a cerca de 70% da vazão de consumo da água abastecida por habitante). Para o cálculo da rede, entretanto, admite-se que, de fato, existem variações temporais na vazão de esgoto produzida. Para levar em conta o pico de esgoto produzido, considera-se a aplicação de um fator de majoração, que multiplica a vazão média por 1,8, levando a um valor que corresponde à hipótese do dia e da hora de maior geração de esgotos. Adicionalmente, no projeto da rede, considera-se também a possibilidade de infiltração de uma vazão máxima de contribuição da ordem de 0,0005 l/s por metro de galeria assentada. Com estas informações, então, as vazões Q1 de dimensionamento das galerias de esgotos no primeiro trecho ao final do primeiro quarteirão e Q2, na seqüência deste, no segundo trecho, cumulativamente, ao final do segundo quarteirão, serão: