A presença de derrames cavitários, ou efusões, é consequência de um distúrbio patológico primário, sendo, portanto, um sinal clínico e não um diagnóstico primário. A avaliação laboratorial das efusões auxilia o médico veterinário no estabelecimento desse diagnóstico primário. Para isso, é interessante que o médico veterinário classifique esse derrame cavitário, para que com isso possa inferir o mecanismo fisiopatológico de sua formação e, consequentemente, o diagnóstico.
| Parâmetro | Animal 1 | Animal 2 |
| Cor | Vermelho | Esbranquiçado |
| Aspecto | Turvo | Turvo |
| Densidade | 1,026 | 1,016 |
| Prova de Rivalta | Positivo | Negativo |
| pH | 7,5 | 7,5 |
| Proteína (g/dL) | 6,0 | 4,6 |
| Glicose | Negativo | 1+ |
| Bilirrubina | Negativo | Negativo |
| Hemácias (μL) | 72.500 | 1.200 |
| Células nucleadas (μL) | 120.000 | 5.250 |
| Citologia | Predomínio de neutrófilos, muitos com aspecto degenerado e alguns poucos em hipersegmentação; seguido por células mononucleares, a maioria com aspecto macrofágico fagocitando debris celulares e poucas células mesoteliais reativas; moderado número de linfócitos, todos típicos; raros eosinófilos; hemácias íntegras. | Predomínio de linfócitos típicos e células mononucleares típicas, sendo predominantemente macrófagos com intensa vacuolização citoplasmáticas e células mesoteliais típicas. Raras hemácias, todas íntegras. |
Considerando os mecanismos de formação com consequente diagnóstico dos derrames cavitários apresentado acima, assinale a alternativa INCORRETA.