Ao retratar o processo de racionalização da indústria e o papel do SENAI, Barbara Weinstein descreve:
“[...] a própria concepção do SENAI refletia o conceito de Mange de uma hierarquia industrial composta rigidamente, em ordem ascendente, por trabalhadores não-especializados (braço anatômico), trabalhadores semi-especializados (braço atento), operários especializados (braço pensante), e encarregados da supervisão (braço pensante e dirigente)”.
(WEINSTEIN, Barbara. (Re)Formação da classe trabalhadora no Brasil (1920-1964). São Paulo: Cortez, 2000).
Segundo Weinstein, na perspectiva dos industriais, a implementação da racionalização do trabalho no Brasil dependeria: