Com relação à cicatrização das feridas operatórias, as características da fase proliferativa são:
formação de tecido de granulação, que consiste em um leito capilar, fibroblastos, macrófagos e um frouxo arranjo de colágeno, fibronectina e ácido hialurônico.
uma tentativa de limitar o dano mediante a interrupção do sangramento, selamento da superfície da ferida e remoção do tecido necrótico, dos resíduos estranhos e das bactérias.
liberação de histamina e serotonina, provocando permeabilidade vascular do leito capilar; fatores do complemento, como C5a e leucotrieno B4, promovem a adesão e a quimiotaxia de neutrófilos.
os microfilamentos de actina dispostos linearmente ao longo do eixo maior do fibroblasto; eles se associam a corpos densos que possibilitam fixação à matriz extracelular (MEC) circundante.
a população de fibroblastos diminui, e a densa rede capilar regride. A resistência da ferida aumenta rapidamente em 1 a 6 semanas e, em seguida, parece atingir o patamar até 1 ano após a lesão.
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