Joana é uma mulher de 78 anos, previamente funcional, independente para atividades básicas e instrumentais da vida diária. Há dois meses apresentou histórico de dor epigástrica e perda ponderal de 20kg. Na investigação diagnóstica, foi identificado adenocarcinoma gástrico, com metástases hepáticas difusas, além de múltiplos infiltrados linfonodais. É encaminhada para o ambulatório de Cuidados Paliativos diante da dificuldade do Oncologista em abordar a filha, que rejeita a possibilidade de informar a paciente sobre o diagnóstico. Assinale a alternativa considerada como mais adequada para manejar a situação de cerco do silêncio.