As práticas grupais na atuação profissional do
psicólogo constituem uma ferramenta fundamental
para a intervenção psicológica nas áreas da
psicologia clínica e institucional, uma vez que
possibilitam a compreensão dos fenômenos
subjetivos a partir das relações estabelecidas entre os
participantes. Nessa perspectiva, o grupo não se
reduz à soma de indivíduos, mas configura-se como
um espaço de produção de vínculos e modos de
funcionamento próprios, exigindo do mediador uma
escuta atenta às dinâmicas relacionais, aos papéis
assumidos e aos processos que emergem no contexto
grupal. Sobre a Psicologia de Grupo, é correto
afirmar que