A anestesia de animais em experimentação deve ser bem conduzida, no sentido de produzir analgesia suficiente para evitar o sofrimento do animal, bem como de interferir o menos possível no desenvolvimento do experimento, garantindo a validade científica de qualquer estudo que utilize animais. Em relação à anestesia em roedores sob experimentação, considere as afirmativas abaixo.
I Devido ao seu tamanho reduzido, os roedores são animais propensos à hipotermia durante o procedimento anestésico. Por outro lado, em razão da menor área de pele e volume corporal, são menos sujeitos à desidratação.
II A cetamina é comumente utilizada na anestesia intravenosa dos roedores. A perda do reflexo da cauda em ratos e camundongos e do reflexo palpebral em cobaia são indicativos de obtenção de plano anestésico profundo nesses animais, quando eles estão sob efeito desse fármaco.
III O acompanhamento da função cardiovascular pode ser feito de maneira convencional, com estetoscópio e avaliação do pulso femoral. Assim como em cães e gatos, o aumento da frequência cardíaca e respiratória em roedores pode indicar a superficialização do plano anestésico.
IV Durante procedimentos prolongados, pode acontecer apneia e hipóxia. Por isso, recomenda-se posicionar o paciente com a porção cranial elevada em decúbito dorsal. Isso faz com que a gravidade empurre o intestino no sentido caudal do abdome, liberando o diafragma.
Em relação ao exposto, estão corretas as afirmativas