Winnicott (1996) afirma que qualquer profissional de saúde precisa ter a capacidade de, através da imaginação, penetrar nos pensamentos e nas esperanças do outro. Se não for mantida essa disponibilidade essencial para o cuidar, o acompanhamento terapêutico ficará restrito ao exercício de uma função técnica e protocolar, fadado ao insucesso.
A experiência humana supõe dependência e cuidado.
Nessa prática, observa-se como importante,