Em relação à síndrome respiratória aguda grave (SRAG) resultante de infecção pelo vírus influenza, considera-se que:
o baloxavir mostrou não inferioridade em relação à terapia com oseltamivir.
a infecção bacteriana secundária às vezes é superponível ao quadro viral, sendo importante incluir cobertura contra Stahylococcus aureus nestes casos.
as manifestações de dor de garganta e espirros precedem frequentemente os casos graves.
a descompensação de DPOC e asma não se enquadram em critérios clínicos de SRAG por Influenza.
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