A realidade institucional determina o trabalho do assistente social, gerando:
a predominância de uma orientação assistencialista, que impede os usuários de exigir seus direitos.
a neutralidade necessária à atuação profissional do assistente social.
uma burocracia e formalismo que impedem a atuação profissional.
a possibilidade de o assistente social identificar a correlação de forças vigente de forma a mobilizá-la para o atendimento das demandas dos usuários.
o envolvimento incondicional do usuário com os objetivos institucionais.
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