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3461748 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: UERJ
Orgão: UERJ
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Leia o Texto.

Latinoamérica

Soy lo que dejaron
Soy toda la sobra de lo que te robaron
Un pueblo escondido en la cima
Mi piel es de cuero por eso aguanta cualquier clima
Soy una fábrica de humo
Mano de obra campesina para tu consumo
El amor en los tiempos del cólera, mi hermano
Soy el desarrollo en carne viva
Un discurso político sin saliva
Las caras más bonitas que he conocido
Soy la fotografía de un desaparecido
La sangre dentro de tus venas
Soy lo que sostiene mi bandera
La espina dorsal del planeta es mi cordillera
Soy lo que me enseñó mi padre
El que no quiere a su patria no quiere a su madre
Soy América Latina
Un pueblo sin piernas pero que camina, oye
Tengo mis dientes pa’ cuando me sonrío
Soy el mar Caribe que vigila las casitas
Haciendo rituales de agua bendita
Tú no puedes comprar el viento
Tú no puedes comprar el sol
Tú no puedes comprar la lluvia
No puedes comprar mi vida
La tierra no se vende
Trabajo bruto pero con orgullo
Aquí se comparte, lo mío es tuyo
Aquí se respira lucha
Yo canto porque se escucha (vamos caminando)
Aquí estamos de pie
Que viva la América

EDUARDO CABRA, RAFAEL ARCAUTE y RENÉ PÉREZ
Adaptado de letras.com.

Morro velho

No sertão da minha terra,
fazenda é o camarada que ao chão se deu.
Fez a obrigação com força,
parece até que tudo aquilo ali é seu.
Só poder sentar no morro e ver tudo verdinho,
lindo a crescer.
Orgulhoso camarada, de viola em vez de enxada.

Filho do branco e do preto,
correndo pela estrada atrás de passarinho.
Pela plantação adentro,
crescendo os dois meninos, sempre pequeninos.
Peixe bom dá no riacho de água tão limpinha,
dá pro fundo ver.
Orgulhoso camarada conta histórias pra moçada.

Filho do sinhô vai embora,
tempo de estudos na cidade grande.
Parte, tem os olhos tristes,
deixando o companheiro na estação distante.
“Não me esqueça, amigo, eu vou voltar.”
Some longe o trenzinho ao deus-dará.

Quando volta já é outro,
trouxe até sinhá-mocinha para apresentar.
Linda como a luz da lua
que em lugar nenhum rebrilha como lá.
Já tem nome de doutor
e agora na fazenda é quem vai mandar.
E seu velho camarada
já não brinca, mas trabalha.

Las letras de Latinoamérica y Morro velho manifiestan una misma actitud hacia la realidad de vida del trabajador del campo.

Esa actitud se puede definir como:

 

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