Atualmente, discute-se muito sobre a necessidade de uma escola efetivamente inclusiva, que rompa com o ensino tradicional, o que certamente exige um professor novo, inclusivo. De acordo com Mantoan (2015, p.79), “[...] o professor inclusivo não procura eliminar a diferença em favor de uma suposta igualdade do alunado – tão almejada pelos que apregoam a homogeneidade da sala de aula. Ele está atento aos diferentes tons das vozes que compõem a turma, promovendo a harmonia, o diálogo, contrapondo-as, complementando-as”. Com base no texto e de acordo com Mantoan (2015),