Sobre o manejo da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), é incorreto afirmar que:
A maioria dos casos de hipertensão arterial não apresenta uma causa aparente facilmente identificável, sendo conhecida como hipertensão secundária.
O tratamento da HAS leve na grávida deve ser focado em medidas não farmacológicas, já nas formas moderada e grave pode-se optar pelo tratamento usual recomendado para cada condição clínica específica.
Para a estratificação de risco cardiovascular recomenda-se a utilização do escore de Framingham. A estratificação tem como objetivo estimar o risco de cada indivíduo sofrer uma doença arterial coronariana nos próximos dez anos.
Pacientes com queixas de cefaleia, dor torácica atípica, dispneia, estresse psicológico agudo e síndrome de pânico associados à pressão arterial elevada não caracterizam Urgência Hipertensiva (UH) ou Emergência Hipertensiva (EH), mas, na realidade, uma pseudocrise hipertensiva.
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