
Tanto do texto crítico de Antonio Candido como do poema de Ferreira Gullar é correto deduzir a possibilidade de uma operação dialética de participação, tal como sugerem as seguintes passagens:
I. (...) a estrutura da obra é virtualmente independente (...)
II. (...) assimilou a dimensão social como fator de arte.
III. (...) explicava [a obra] pelos fatores externos (...)
IV. (...) uma parte de mim / é todo mundo; / outra parte é ninguém (...)
V. Traduzir uma parte / outra parte / - que é uma questão / de vida ou morte (...)
Atende ao enunciado o que está APENAS em
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