Carvalho (2003) observa que os sujeitos presentes “(...) nas classes de reforço, nas classes de aceleração quando elas estavam no auge, são principalmente meninos (do sexo masculino) negros e pobres”. Diante da constatação, a autora afirma e conclui que o desafio da Educação é “entrar diretamente no debate sobre as masculinidades e