“Esse outro exterior poderá nos constituir, ou seja, explicar algo de nós mesmos, quando estamos posicionados no lugar do ‘mesmo’. Podemos, nós mesmos, ocupar o lugar do outro.” (l. 18 a 21). Nesse excerto, o autor faz um jogo linguístico com as palavras “outro”, “nós” e “mesmo” (e variantes), no intuito de mostrar que