|
fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
|
recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
|
Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
As indústrias madeireiras de Paragominas, Sinop e Tailândia, entre outras, têm investido, nos últimos anos, em fábricas de laminados, compensados e produtos engenheirados de madeira, com o objetivo de agregar valor à produção madeireira, uma vez que são crescentes a escassez de madeira e a pressão de órgãos fiscalizadores.