Paciente maratonista, sexo feminino, 37 anos, é levada à emergência por quadro de rebaixamento do nível de consciência durante corrida. Familiar negava antecedentes pessoais, história de morte súbita na família e relatava avaliação cardiológica adequada há 1 mês. Apresentou inicialmente tontura, alteração de marcha, confusão mental, seguida de queda ao solo, mas sem traumatismo cranioencefálico pois fora segurada por outro corredor. Apresentava-se muito sonolenta, escala de coma de Glasgow: 12 pontos (Ao 3 Rv 4 Rm 5), sinais vitais: PA 88 x 62 mmHg, FC 104 bpm, oximetria de pulso: 93% em ar ambiente. Iniciadas medidas iniciais com suporte clínico e solicitados exames laboratoriais: Ur 89 U/L, Cr 1,4 mg/dL, Na+ 115 mEq/L, K 4,2, glicemia: 103 mg/dL, troponinas negativa. ECG: ritmo sinusal, regular, taquicárdico, sem alterações de segmento ST. Qual a conduta neste momento?