Leia o texto abaixo e responda as questões de 1 a 7.
SOLIDARIEDADE: EXISTENCIAÇÃO DO AMOR
“Descobrir-se na posição de opressor, mesmo que sofra por este fato, não é ainda solidarizar-se com os oprimidos. Solidarizar-se com estes é algo mais que prestar assistência a 30 ou 100, mantendo-os atados, contudo, à mesma posição de dependência. Solidarizar-se não é ter a consciência de que explora e "racionalizar" a culpa paternalisticamente. A solidariedade, exigindo de quem se solidariza que "assuma" a situação de com quem se solidarizou, é uma atitude radical. O opressor só se solidariza com os oprimidos quando o seu gesto deixa de ser um gesto piegas e sentimental, de caráter individual, e passa a ser um ato de amor àqueles. Quando para ele os oprimidos deixam de ser uma designação abstrata e passam a ser os homens concretos, injustiçados e roubados. (…) Só na plenitude deste ato de amar, na sua existenciação, na sua práxis, se constitui a solidariedade verdadeira.”
Fonte: https://acasadevidro.com/2015/08/06/a- pedagogia-do-oprimido-de-paulo-freire- excertos/
De acordo com o texto, quando o seu gesto deixa de ser um gesto piegas e sentimental, de caráter individual, e passa a ser um ato de amor àqueles que: