O objetivo inicial no manejo do paciente crítico nas unidades de terapia intensiva (UTI) é manter a máxima estabilidade hemodinâmica e ventilatória. A mortalidade reduziu significativamente, porém a proporção de crianças que desenvolveram algum grau de limitação após a alta aumentou. A consequente imobilização, somada a outros fatores de risco, como sepse, hiperglicemia, internação prolongada, uso de corticosteroides, benzodiazepínicos e de bloqueadores neuromusculares, pode estar relacionada com limitação na funcionalidade, diminuição da massa e força muscular, alterações na integridade da pele, abstinência e delirium. De acordo com a Practice Recommendations for Early Mobilization in Critically Ill Children (2018) análise do paciente pediátrico para as intervenções como a mobilização precoce assinale a alternativa verdadeira.
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