A professora Durvalina tem 21 anos de exercício docente e, continuamente, afirma que não sabe o que fazer para ensinar seus alunos e que os que não aprendem têm algum problema individual. Defende a ideia de que o professor deve ser rígido na correção das provas dos alunos e também na condução disciplinada da turma. Apesar das reclamações de alunos e pais, a professora é inflexível nas regras que impõe, pois acredita que essa firmeza é que garante autoridade ao professor.
O diretor da escola de Durvalina tem observado um clima crescente de insatisfação tanto dos alunos e pais quanto da própria equipe escolar com relação à professora. Diante desse cenário, o diretor deve