Considerando a terminalidade no contexto hospitalar, assinale a alternativa CORRETA.
Os pacientes fingem não saber do diagnóstico perante médicos e enfermagem, mas dão conta de falar do assunto com psicólogos, terapeutas ocupacionais e psicanalistas.
Um paciente hostil e em revolta com a sua condição clínica e diagnóstico restrito geralmente cria um laço positivo com o psicólogo ou psicanalista, em detrimento de outros laços.
O conjunto particular de mecanismos de enfrentamento que os pacientes utilizaram no passado para manter a autoestima e certa estabilidade se torna o ponto principal de apoio nessa fase do atendimento hospitalar, em final de vida.
A recomendação é que profissionais e equipes assistentes no hospital assumam de forma pessoal os sentimentos apresentados pelos pacientes e familiares nessa fase da terminalidade, gerando maior intensidade no laço transferencial.
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