“Tenho o direito de ter raiva, de manifestá-la, de tê-la como motivação para minha briga tal qual tenho o direito de amar, de expressar meu amor ao mundo, de tê-lo como motivação de minha briga porque, histórico, vivo a História como tempo de possibilidade e não de determinação [...]. Meu direito à raiva pressupõe que, na experiência histórica da qual participo, o amanhã não é algo pré-dado, mas um desafio, um problema” (Freire, 1997). Diante do “desabafo literário” do autor, faz-se imprescindível refletir acerca da qualidade da Educação Pública Brasileira e, também, do posicionamento e ações dos envolvidos direta e/ou indiretamente diante dessa problemática. Para ele, diante dos problemas, dificuldades e obstáculos, o ideal é que o educador reconheça a necessidade de