A prática educativo-crítica vislumbra, dentro de uma experiência especificamente humana, que a educação é uma forma de intervenção no mundo. Trata-se de uma intervenção que, além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e/ou aprendidos, implica tanto esforço de reprodução da ideologia dominante quanto seu desmascaramento. Por outro lado, nem apenas pode ser reprodutora e, tampouco, apenas desmascaradora da ideologia dominante (Freire, 1997). Faz-se imprescindível, para o entendimento da dialética supramencionada, conceber a prática educativa da educação