13- O uso sistemático de impressões digitais para identificar indivíduos tem pouco mais de 100 anos. No final do século XIX, existia um método de identificação concebido pelo Dr. Bertillon, que consistia na medição de 11 parâmetros de um determinado indivíduo, sendo que a chance de dois indivíduos possuírem essas mesmas medidas era de 1 em 300 milhões. Em 1892, Sir Francis Galton, um antropólogo britânico, em sua obra intitulada Fingerprints, estabeleceu a individualidade e a perenidade das impressões digitais, e mostrou cientificamente que a chance de dois indivíduos possuírem as mesmas impressões digitais era de 1 em 60 bilhões. Atualmente, muito se fala no exame de DNA, mais precisamente, na comparação de amostras de DNA como método extremamente preciso de identificação de um indivíduo.
Com base nessas informações e supondo que no Brasil uma coleta de impressão digital custa R$ 0,25, enquanto um exame de DNA custa R$ 2.000,00, julgue os seguintes itens.
Se, em uma região do Brasil, para cada 5.000 coletas de impressão digital feitas anualmente, é realizado 1 exame de DNA, e se, nessa mesma região, em um ano, tiverem sido gastos R$ 60.000,00 com exames de DNA, é correto concluir que, naquele ano, terão sido gastos mais de R$ 35.000,00 com a coleta de impressões digitais.