Ao longo da segunda metade do século XX, sua obra
buscou estabelecer uma cronologia e uma
periodização básica para a História do Maranhão,
alimentando-se dos anseios de sua geração de
viabilizar o retorno a um período de glórias literárias
que pudesse corresponder à herança auto-assumida
da “Atenas Brasileira”. Baseando-se na figura do
herói, defendeu o legado do colonizador europeu.
Considerava a inculcação mnemônica dos nomes de
agentes locais destacados como estratégia fundante
para o trabalho educativo das novas gerações.
Estamos nos referindo a: