Estudante R. P. L., de 22 anos, sexo feminino, reporta que faz tratamento desde os 17 anos e que foi diagnosticada pelo seu antigo psiquiatra com transtorno de personalidade borderline. Mora longe dos pais desde que veio para a universidade e procurou consulta psiquiátrica no serviço de saúde da universidade, pois está fazendo uso das seguintes medicações: 1) Fluoxetina, 60 mg ao dia; 2) Olanzapina, 10 mg à noite; 3) C. Lítio, 600 mg ao dia; 4) Clonazepam, 4 mg à noite; 5) Diazepam, 10 mg, cedo e à noite. Nesta sua primeira consulta a este serviço ela comenta que não está mais sendo acompanhada pelo antigo psiquiatra, pois a família não tem condições de arcar com a(s) consulta(s), e que parou também com a psicoterapia. Sente-se irritada e é impulsiva. Recentemente, houve um desentendimento com as colegas da república, sem agressão física. Está praticando automutilação diariamente, sem intenção ou ideação suicida no momento. Consegue frequentar as aulas e conta que estes comportamentos acontecem desde antes de iniciar o tratamento (por volta de seus 16 anos de idade). Diz que está apresentando insônia inicial e que gostaria de aumentar a dose do clonazepam.
Com relação a este caso, qual seria a melhor forma de prevenção quaternária?