INSTRUÇÕES - Leia atentamente o caso clínico e responda a questão.
Paciente, 56 anos, hipertenso e diabético, natural de Sarzedo (MG) chega ao Centro de Saúde com queixa de dispneia progressiva aos mínimos esforços, como tomar banho. Relata ter dispneia aos esforços habituais maiores há cerca de 1 ano e, durante esse período, procurou a unidade, onde foram prescritas algumas medicações, com melhora discreta do sintoma. Nos últimos 30 dias, entretanto, o quadro se agravou. Atualmente em uso de: Furosemida 40mg MID, Captopril 25mg BID, Atenolol 25mg BID, Digoxina 0,25mg MID.
Ao exame, encontra-se taquipneico em repouso, com edema periférico +++/4+, ingurgitamento jugular. PA: 110 x 60. ACV: ritmo cardíaco irregular em 3T, B3 audível, sopro proto-meso sistólico ++/4+ em foco mitral, sem irradiação. Boa perfusão periférica. Ictus no 6o espaço intercostal, desviado à esquerda. AR: crepitações bilaterais discretas em bases. AD: fígado palpável a 6 cm do rebordo costal D, doloroso.
Exames prévios: Ecocardiograma: fração de ejeção: 32%, hipocinesia difusa grave do Ventrículo Esquerdo (VE), com acinesia do segmento ínferobasal. Insuficiência mitral moderada. ECG: ausência de ondas P, intervalo RR irregular, sinais de sobrecarga de VE, bloqueio completo de ramo direito + hemibloqueio anterior esquerdo.
Exames atuais: Hb: 12,7 mg/dl, Cr: 1,5 mg/dl, Ur: 40 mg/dl, K: 5,2 mEq/L, Na: 128 mEq/L.
Em relação às drogas para o tratamento da insuficiência cardíaca e seus perfis de toxicidade, é CORRETO afirmar