Texto I
Conceder a todos os homens uma liberdade ilimitada de expressão deverá ser sempre, no conjunto, vantajoso para o Estado; pois é altamente conveniente aos interesses da comunidade que cada indivíduo goze de liberdade perfeitamente ilimitada de expressar seus sentimentos.
(WHATELY, Richard. Lógica. In.: AUDI, Robert (Org.) Dicionário de Filosofia de Cambridge. São Paulo: Paulus, 2006. p.785.)
Texto II
Nesse tempo, abriram-se-me os olhos para dois perigos que eu mal conhecia pelos nomes e que, de nenhum modo, se me apresentavam nitidamente na sua horrível significação para a existência do povo germânico: marxismo e judaísmo. [...] De um fraco cosmopolita transformei-me (em Viena) num grande antissemita. [...] Somente os judeus sabiam que, com o uso capaz e persistente da propaganda, o próprio céu pode ser apresentado ao povo como ser fosse um inferno, e vice-versa, o tipo de vida mais miserável pode ser apresentado como se fosse o paraíso [...] Só pode ter orgulho uma nação, quando, na mesma, não há nenhuma classe de que seja preciso se envergonhar. [...]
(Minha Luta – Adolf Hítler – Google Livros.)
Nos textos anteriores (textos I e II), encontramos, respectivamente, as falácias: