A relação professor-aluno, sob a ótica do valor
pedagógico, deve ser construída sobre a base do paternalismo e
da superproteção, visando a amenizar os desafios e frustrações
do processo de aprendizagem, o que, em última instância,
impede o desenvolvimento da autonomia e da capacidade
crítica do aluno, características essenciais para a sua formação
integral.