Sobre os requisitos de independência e ética para a auditoria operacional, é correto afirmar que:
A independência na aparência refere-se à ausência de circunstâncias que possam levar uma parte interessada a duvidar da integridade ou objetividade do auditor.
A integridade e o ceticismo profissional não são relevantes para a independência do auditor, que deve focar apenas na independência na aparência.
A independência de fato é suficiente para garantir que o auditor possa realizar suas atividades sem influências externas, não sendo necessária a independência na aparência.
O auditor não precisa cumprir as ISSAI sobre independência e ética, desde que siga os procedimentos internos da EFS.
A Declaração do México e a GUID 9030 não fornecem orientações sobre a independência das EFS, e a ética deve ser tratada apenas na ISSAI 130.
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