Uma mulher de 65 anos, ex-fumante com um histórico de 40 anos de tabagismo, procura um pneumologista devido à dispneia progressiva, tosse crônica e produção de escarro. No exame físico, é observada expansão do tórax reduzida durante a inspiração e sibilos à ausculta pulmonar. Além disso, ela refere ter frequentes infecções respiratórias. Para avaliar sua função pulmonar, é realizada uma espirometria, que fornece os seguintes resultados: Volume Expiratório Forçado no Primeiro Segundo (VEF1): 40% do valor previsto, Capacidade Vital Forçada (CVF): 70% do valor previsto, Razão VEF1/CVF: 0,57 (valor de referência normal: >0,70). Um raio X de tórax é realizado e revela hiperinsuflação pulmonar, com achatamento dos diafragmas e áreas de hipertransparência. Não são observadas opacidades ou massas pulmonares.
Qual é o diagnóstico mais provável com base nos achados clínicos, espirometria e raio X de tórax?