Uma menina de sete anos de idade, constantemente, pergunta aos pais se o que eles dizem é verdade, se recusa, aos prantos, a iniciar qualquer atividade nova, pede para sua mãe verificar se ela fez a lição corretamente a cada trecho terminado e mostrou-se muito aborrecida e angustiada quando sua coleguinha de escola achou que ela havia mentido. Todo ou quase todo o tempo há algo que a preocupa, não são pensamentos repetitivos sobre o mesmo tema, mas são preocupações constantes que mudam de tema e geram ansiedade. Está sempre perguntando “e se não der tempo...” “e se você não conseguir...”, “e se eu não me lembrar...”, “e se chover...” entre outros. Mantém o ambiente a seu redor tenso, provoca irritação nas pessoas de seu convívio pelo absurdo das situações questionadas, sendo difícil acalmá-la e ter atividades rotineiras ou de lazer com ela.
O relato acima é sugestivo ao quadro clínico de: