Magna Concursos

Texto 01


No processo educacional é essencial conhecer os caminhos pelos quais percorreram os estudos, debates e reflexões sobre currículo como núcleo estruturante da função escolar. Nesse sentido, emergir no campo de constituição das teorias do currículo, suas vinculações históricas e suas interrelações implica reconhecê-las como estão consubstanciadas no cotidiano das escolas.


SILVA, Tomaz Tadeu. Documento de Identidade: Uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte, Autêntica, 1999. (adaptado)


Texto 02


No processo educacional a aplicabilidade do currículo no âmbito do ensino fundamental, tornouse objeto de discussão cada vez mais presente ao enfatizar o ensino aprendizagem permeadas pelas inter-relações entre o currículo e interdisciplinaridade. Nesse sentido, pensar a prática pedagógica de forma interdisciplinar é compreender os pressupostos da interdisciplinaridade como movimento articulador que se efetiva seja pela conexão de conteúdo, pela busca de técnicas didáticas ou pela inserção entre as disciplinas curriculares.


FAZENDA, I. C.A. Desafios e perspectivas do trabalho interdisciplinar no Ensino Fundamental: contribuições das pesquisas sobre interdisciplinaridade no Brasil: o reconhecimento de um percurso. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.1 - out.2011. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/interdisciplinaridade/ article/view/16202/12210. Acesso em: 22 nov. 2021. (adaptado)

Texto 05

A avaliação como parte integrante do processo educacional sempre foi temática originária de rigorosos estudos e reflexões dado as contradições e múltiplas referências. Reflexões que, continuamente, repercutem no cerne das questões relativas ao processo da avaliação da aprendizagem quanto às especificidades e às práticas que se materializam no cotidiano da sala de aula, na perspectiva de superar os ranços de sua aplicabilidade imposta pela autoridade com vistas à democratização do ensino, conquista da autonomia e promoção de uma educação para o exercício da cidadania e o desenvolvimento das práticas avaliativas com equidade e justiça.

ENRICONE, D.; GRILLO, M. C. (orgs.). Avaliação: uma discussão em aberto. In: GRILLO, Marlene. Porque falar ainda em avaliação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003. (adaptado)

Nesse contexto, na perspectiva de um processo educativo que promova à democratização do ensino a partir das práticas avaliativas espera-se que a escola:

I. Conceba a avaliação como diagnóstico e como mediação, vista como uma proposta que se diferencia da avaliação finalista, de produto, presente na Pedagogia Tradicional.

II. Reforce o poder da avaliação como uma atividade obrigatória e coercitiva em resposta às exigências normativas do sistema.

III. Incorpore os princípios da transparência e justiça na organização das atividades pedagógicas avaliativas conferindo um clima de confiança e fazendo com que os resultados sejam melhor aceitos pelo aluno e orientem a autor regulação de sua aprendizagem.

IV. Ajuste a organização das atividades avaliativas da aprendizagem pautadas nos pressupostos da educação conservadora, na qual a avaliação se reveste da prática do exame.

V. Reconheça a avaliação para além de diagnosticar e melhor qualificar o ensino aprendizagem, mais como busca à ampliação da autonomia, da crítica e da responsabilidade do aluno, como objetivo maior do processo pedagógico e que precisa estar presente em todos os momentos da dinâmica ensino, aprendizagem e avaliação.

É correto apenas o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Professor Substituto - Ciências

30 Questões

Professor Substituto - Inglês

30 Questões