Magna Concursos
2707510 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto

Quando as 5 mil pequenas lâmpadas iluminaram a fachada do Palácio da Eletricidade, por ocasião da inauguração da Exposição Universal de Paris (1900), causando assombro à multidão que assistia ao espetáculo, comprovou-se o triunfo daciência e a soberania da máquina. A luz vencera o limite da noite e instaurava as 24 horas como o novo tempo da cidade.

A arte afastava-se do mundo burguês à procura de nova clientela, capaz de um ato de fruição total. Era preciso tornar-se autêntica e, para isso, ela precisava eliminar dos seus efeitos específicos quaisquer outros que pudessem ter sido tomados por empréstimo. Era necessário tornar-se “autárquica”, “pura”.

A busca incessante dessa pureza motivou os artistas do início do século XX, o que resultou na produção de obras que deram corpo a uma notável revolução cultural.

P. E. Grinberg e A. A. Luz. Revoluções artístico-culturais no século XX. In: F. C. Teixeira da Silva (coord.). Século sombrio: guerras e revoluções do século XX. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (com adaptações).

Na segunda metade do século XIX, o imperialismo — inclusive por sua vertente neocolonialista — atesta o grau de desenvolvimento do capitalismo e sua incessante busca de conquista dos mercados mundiais. A respeito desse processo de expansão, julgue (C ou E) o item seguinte.

Foge aos padrões tradicionais a forma pela qual o Japão reagiu às pressões externas para que abrisse seu mercado ao comércio internacional. A Era Meiji, iniciada nesse contexto de expansão do capitalismo, significou a decisão de se proceder à modernização do país, inserindo-o na nova economia mundial, sem que se abdicasse da soberania.

 

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