Segundo achados arqueológicos, existiram, no Brasil, diferentes maneiras de enterrar os mortos, sendo que os grupos mais antigos, pleistocênicos, praticavam enterramentos primários, ou seja, colocavam o corpo morto diretamente em grandes potes cerâmicos, e os mais recentes, praticavam enterramento secundário, ou seja, primeiro deixavam apodrecer a carne e depois depositavam na urna apenas os ossos, sempre colocando a cabeça por último, em posição superior, e, muitas vezes, recobriam essa ossada com uma cabaça, sendo comum encontrar, junto com os ossos, objetos pessoais do morto, como material lítico, adornos ou instrumentos de caça ou musical.