Alguns profissionais se colocaram contra a instalação das bibliotecas nos presídios. Diziam que é preciso trabalhar pelos presos que estavam lá, pois quando um preso é beneficiado e progride de regime, é transferido de unidade. Assim, ele vai para o regime semiaberto, o trabalho externo é concedido, ele começa o serviço e abandona os estudos. Isso é significativo dentro do sistema prisional e depõe contra a manutenção de atividades de estudos e leitura dentro dos presídios.
(Adaptado de: Correio Braziliense. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br)
A respeito da divergência retratada no texto, sobre a presença da biblioteca no sistema prisional, as Regras de Mandela