Ao tratar da Etnomatemática e da Educação Matemática em uma dimensão mais ampla, D’Ambrosio (1996) evidencia que, EXCETO:
Deve-se fazer uma Educação para a Paz e, em particular, uma Educação Matemática para a Paz;
O domínio de duas etnomatemáticas, ou mais, oferece maiores possibilidades de explicações, de entendimentos, de manejo de situações novas, de resolução de problemas;
Não se pode ver a disciplina matemática como uma etnomatemática que se originou e se desenvolveu na Europa, tendo contribuições de outras civilizações, sendo levada e difundida em todo o mundo, a partir dos séculos XVI e XVII;
A matemática contextualizada se mostra como mais um recurso para solucionar problemas novos que, tendo se originado de uma outra cultura, chegam exigindo os instrumentos intelectuais dessa outra cultura.
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